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amor que transforma

O AMOR COMO VEÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO

Já reparou como é lindo ver a disponibilidade das crianças para outras crianças? Elas não se conhecem, nunca se viram e após poucos minutos estão brincando, conversando e se divertindo.

A todo momento elas estão entregues, confiantes e abertas a descobrir novas brincadeiras, novas histórias, novos amigos e novos caminhos de encontro com as pessoas.

É incrível como o coração aberto possibilita um diálogo franco, de igual para igual, onde o reconhecimento do outro é legítimo.

O amor é assim, liberta nossa mente para olharmos o que é mais precioso na nossa vida, as pessoas.

É a capacidade que temos de perceber a importância de como é bom ser tudo na vida da alguém, como também é bom deixar de ser e realmente trocar de lugar e aprender com o outro.

Com os filhos, muitos pais passam por essa experiência.

Abrem grandes espaços físicos, psicológicos e emocionais em suas vidas para gerar uma vida, vê-la nascer, crescer, se desenvolver, alimentá-la, educá-la e ser essa referência de TUDO para ela.

A cada dia que passa, essa criança cresce, e por ser saudável, aprende e vai criando novos vínculos, novas referências, passa a fazer suas escolhas sozinha e nós deixamos de ser esse tudo.

Muitas vezes, a criança revelará algo que não vai de encontro com as expectativas que os adultos criam em relação ao papel que ela desempenha ou desempenhará: unir a família, cuidar dos negócios do pai, ajudar a mãe, ser médico, realizar algum feito em que os pais fracassaram, entre muitos outros desejos que somos capazes de acalentar.

É a partir do que recebe nesse meio, constituído por fatores materiais, sociais e psicológicos, que a criança começa a viver o maravilhoso processo, de se reconhecer como semelhante aos demais e como um ser único e idêntico a si mesmo.

Essa é a prova viva de que os pais foram ótimos companheiros de jornada. Auxiliaram a DES-COBRIR aquilo que habita de mais essencial dentro de nós – o amor.

As sutilizas do amor, geram o poder de descoberta e realização dos nossos sonhos, vocações e dons para colaborar com o mundo e manifestar grandes transformações em nós.

Com olhos de amor, ensinamos que ninguém é superior ou inferior a ninguém, pode ser apenas mais ou menos desenvolvido em diferentes aspectos que nós e deixamos de buscar um mundo perfeito e idealizado, colocando mais a mão na massa.

Compreender esses movimentos silenciosos da vida, fará toda a diferença nesse dia a dia repleto de mudanças e fluxo vivo do crescimento dos filhos.

Seguir nosso coração e ensinar os filhos a seguirem os seus corações, nos coloca em condições iguais de ir todo mundo em frente com a capacidade de dar e receber o amor.

Com amor,

Ana Flávia Fernandes

7 de novembro de 2013
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